Hospital Henry Ford (a cama voadora), 1932 Frida Kahlo

Hospital Henry Ford (a cama voadora) 1932 Frida Kahlo

Nessa pintura, Frida se representa no Hospital Henry Ford, deitada na rede, nua de morte e sangrando. Como em Quatro habitantes do México, esta pintura tem uma esfera altamente íntima. O grupo se contorce e a liteira se inclina, aumentando a surpresa de impotência e desconexão. O desconforto se manifestou com a fase em que pintou seu bombeamento: da cintura para cima ele se volta para o espectador; da cintura para baixo há rotação.

Essa resina de goma é um espelho do que Frida sentiu quando teve uma falha espontânea no Hospital Henry Ford. Existem seis alvos voando mais ou menos em sua direção. Um filhote de macho que é filho dela e de Diego, que ansiava por uma hipoteca. A falha é baseada em uma enciclopédia do terapeuta. Uma orquídea parece um útero. O baú o segura contra as placas vermelhas e elas parecem amarras umbilicais. O caracol é o galão da cachaça da operação.

Esse tingimento é até mesmo a primeira impressão que Frida usou em uma folha de metal como uma longarina. Diego Rivera queria favorecer o estado de espírito de Frida após o fracasso espontâneo e a encorajou a tentar tingir paredes preservadas. Ele sugeriu que pintasse os anos de sua idade se não conseguisse encontrar nada para vitrificar. Esta tintura mistura existência e megalomania e é retratada de uma forma tão simples e primitiva.

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